O agendamento de serviços é a porta de entrada do cliente no pós-venda. Quando esse processo é bem estruturado e integrado ao CRM, ele deixa de ser apenas operacional e passa a ser uma ferramenta de gestão.

A partir de indicadores confiáveis, é possível identificar onde o cliente está sendo perdido, desde a 1ª revisão até o fim do ciclo de garantia.

Antes de atribuir uma queda nas revisões à redução das vendas de veículos, faça algumas perguntas:

  • Dos veículos vendidos, quantos já possuem a 1ª revisão programada automaticamente no CRM para contato ativo?
  • Destes clientes, qual percentual realmente retornou para realizar a 1ª revisão?
  • O cadastro da venda está completo o suficiente para que o CRM gere os gatilhos automaticamente?
  • Onde começa a evasão? Entre a 1ª e a 2ª revisão? Ou ela acontece apenas após o término da garantia?
  • A régua de relacionamento é diferente para Pessoa Física e Pessoa Jurídica?
  • A equipe realiza contato ativo no momento correto ou apenas reage quando o cliente liga?
  • A queda nas vendas de veículos está sendo compensada por uma estratégia mais forte de retenção da base de pós-venda?

Quando esses indicadores existem, o diretor deixa de trabalhar com percepção e passa a tomar decisões baseadas em dados.

Se a taxa de retorno da 1ª revisão caiu, a pergunta deixa de ser "o que aconteceu?" e passa a ser "em qual etapa do processo estamos perdendo esse cliente?"

É exatamente essa mudança de visão que transforma o CRM de um sistema de registro em uma ferramenta estratégica para aumentar a retenção e a rentabilidade do pós-venda.